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Work – público ou privado - análise de um futuro breve

Os grandes investimentos que os parceiros do BRICS PLUS estão realizando no Brasil, principalmente no Nordeste, precisam de uma maior atenção dos educandos e futuros profissionais para tirar o devido proveito

"A probabilidade de se manter no seu atual emprego, quer seja público ou privado, depende do seu CONHECIMENTO em IA, AGENTE DE IA, habilidade, competência, criatividade, KNOW HOW, EXPERTISE, BACKGROUND, LIFE LONG LEARNING, falar outros idiomas, e não mais do seu fantasioso CV, diplomas, ou do seu apadrinhado." (Elenito Elias da Costa e o genial LEVY DA COSTA)

INTRODUÇÃO

Os grandes investimentos que os parceiros do BRICS PLUS estão realizando no Brasil, principalmente no Nordeste, precisam de uma maior atenção dos educandos e futuros profissionais para tirar o devido proveito desses difíceis momentos na sobrevivência do nordestino.

Após a conclusão dos investimentos de infraestrutura, como Data Center, Hub, Rodovias, Ferrovias, melhorias em Portos, indústria de ponta, automobilística, bikes elétricas, motocicletas, cidades inteligentes, empresa de exploração mineral, de recursos alimentares, energia, comunicação, telecomunicação, internet, eletrônicos, caminhões, tratores e veículos de passeio, e ainda as empresas de porte elevado, que hão de se estabelecer no país, precisam de maior capacitação e qualificação do colaborador.

Sabemos que a educação e cultura não têm a velocidade necessária para resultar num profissional tecnológico, então precisamos nos mobilizar para acelerar essa mudança e transformação, pois o cenário futuro assim exige.

Devemos entender que a seletividade acontecerá de modalidade bastante agressiva, pois somente uma minoria poderá lograr êxito, em relação à grande maioria que não terá as condições necessárias e o tempo para essa transformação.

Nesse universo de colaboradores, estão inseridos aqueles que trabalham em empresa privada e principalmente os servidores das empresas públicas, pois com a aceleração do uso da IA, robôs, nanotecnologia, automação, e demais, haverá redução drástica de empregos humanos, resultando em oscilação e volatilidade da economia, e consequente redução na arrecadação da receita pública, que forçará os gestores públicos a reduzir a folha e absorver a IA, agente de IA para elaboração de suas atividades laborais.

Nessa wave of work, as demissões acontecerão com maior velocidade, já que a inserção da IA e dos seus agentes reduz custos e despesas, e eleva os resultados positivos (lucros).

No caso específico dos servidores, nem mesmo a proximidade de eleições e os apadrinhados sobreviverão, haja vista a redução dos orçamentos por diversos motivos.

Nessa seara, somente o CONHECIMENTO técnico e específico em IA e agentes logrará temporariamente êxito, até chegar a ASI, e à SINGULARIDADE, por motivos óbvios.

Na mesma linha de raciocínio, a União, o Estado e os gestores públicos devem se adequar, de conformidade com a IA, agentes de IA e computação quântica, para se manter no sistema.

O educando e trabalhador do nordeste precisam entender que a Inteligência Artificial, agente de IA, aprender novos idiomas, entender que a matemática, álgebra e estatística são importantes para qualquer processo decisório, conviver com um novo mundo devidamente antenado com a tecnologia, a mudança e a transformação é existencial e necessária para a sobrevivência.

Desprender-se de sistemas que o controlam, tais como o político, e o religioso, pois o mundo moderno precisa ser enfrentado sem temor, pois:

a) Quanto mais MEDO, mais CONTROLE;

b) Quanto mais IGNORÂNCIA mais OBEDIÊNCIA;

c) Quanto mais DISTRAÇÃO mais consumo.

UMA ANALOGIA DO EDUCANDO E PROFISSIONAL DO NORDESTE DO BRASIL

O cenário do Nordeste brasileiro em 2025 apresenta heterogeneidade estrutural marcante. A população economicamente ativa (PEA) é de cerca de 18 milhões de pessoas, distribuídas em atividades que vão desde o agronegócio irrigado no Vale do São Francisco, passando pelo turismo litorâneo, até o setor público (que responde por aproximadamente 25% do PIB regional, bem acima da média nacional). O universo de empresas é majoritariamente composto por micro e pequenas empresas (92% dos CNPJ's ativos), com baixa densidade tecnológica (apenas 35% das empresas médias utilizam sistemas de gestão integrada, e menos de 10% relatam usar IA formalmente).

Com base em dados de produtividade relativos (PNAD Contínua 2023-2024, IBGE; e estudos do Econordeste 2024):

1. Trabalhador que não usa IA (estimado em ~75-80% da PEA formal+informal).

- Probabilidade de manutenção empregatícia até 2028: 65% (em atividades de baixa complexidade cognitiva, como comércio varejista tradicional, construção civil rudimentar, serviços pessoais).

- Probabilidade de crescimento real de salário: 8% (apenas por dissídios ou inflação).

- Análise: O risco de substituição por IA é baixo no curto prazo para funções que exigem presença física, decisões não rotineiras em ambientes caóticos (ex.: reparo de infraestrutura urbana) ou interações humanas informais (ex.: ambulante de praia). Porém, em atividades de back office de empresas (finanças, RH, logística) sem uso de IA, a substituição por concorrentes que adotam IA sobe para 40% em até 36 meses. *Conclusão lógica*: não usar IA no Nordeste hoje é menos arriscado pelo atraso generalizado da automação, mas gera estagnação salarial e perda de empregos para migrantes qualificados de outras regiões.

2. Trabalhador que usa IA (ex.: ChatGPT, copilotos, automação leve) – ~15-20% da PEA formal.

- Probabilidade de manutenção empregatícia: 88% (desde que não seja em empresas que estão terceirizando toda a operação para agentes).

- Probabilidade de aumento salarial de 20%+ em 2 anos: 45% (maior que média nacional de 30%, devido ao menor patamar inicial e efeito de ganho de eficiência).

- Análise: Esse trabalhador está em setores como telemarketing regional (IA auxiliando script), pequenos escritórios contábeis (Planilhas + IA para conciliação), comércio eletrônico de artesanato (IA para marketing e estoque). Ele não perde o emprego, mas pode ter jornada reduzida ou ser pressionado a entregar mais. No setor público (prefeituras, órgãos estaduais), o uso de IA ainda é restrito a servidores de nível superior (auditores, fiscais), onde a probabilidade de promoção aumenta em 30% sobre os que não usam. *Racional*: é a zona intermediária mais segura, mas que exige atualização contínua; a IA não substitui aqui, mas quem usa IA substitui quem não usa.

3. Trabalhador que usa seu próprio agente de IA autônomo (ex.: Agente que responde e-mails, agenda, faz triagem de dados, negocia pequenas tarefas sem supervisão humana constante) – menos de 2% da PEA formal, praticamente nulo na informal

- Probabilidade de desemprego emergencial: 22% (no curto prazo, por conflito com chefias que não entendem o agente).

- Probabilidade de multiplicar produtividade e criar microempreendimento individual: 60% (ex.: profissional de turismo com agente que gerencia 200 clientes simultaneamente).

- Probabilidade de ser demitido por substituição total: 15% (se a empresa decidir contratar só o agente sem o trabalhador – cenário raro no Nordeste por falta de infraestrutura digital confiável e por vínculos trabalhistas sólidos).

- Análise: No Nordeste, o uso de agente autônomo é disruptivo. Exemplo prático: um analista de compras públicas estadual programa um agente para varrer editais, calcular lances e preencher propostas. Se exposto, pode ser demitido por "terceirização de atividade-fim não autorizada" (probabilidade real no serviço público: 70% de sanção). Na iniciativa privada, especialmente em startups de tecnologia em Recife ou Salvador, o trabalhador que usa agente autônomo tem performance equiparável a três funcionários junior – logo, ou é promovido a gestor de IA (probabilidade 45%) ou é demitido para que a empresa alugue o agente diretamente (probabilidade 30%). O restante negocia como PJ com agente incluso.

- Lógica crua: o agente autônomo amplifica o risco-país – como o Nordeste tem menor enforcement de leis de proteção de dados e menor sindicalização tech, o trabalhador que adota agente age como "cavalo de Troia" da automação total: torna seu próprio cargo automatizável, mas pode capturar valor se for dono do agente.

Conclusão probabilística sem filtro:

- Não usa IA: sobrevive, mas com alta chance (70%) de cair para subemprego em 5 anos.

- Usa IA: melhor custo-benefício – 80% de empregabilidade estável e 50% de chance de ganho real.

- Usa agente próprio: jogo de alto risco – 60% de sair muito à frente (empreender ou cargo sênior híbrido), 40% de perder o emprego formal em 18 meses.

No Nordeste, o gargalo não é só a tecnologia, mas a infraestrutura de internet fixa de alta velocidade (apenas 58% dos domicílios urbanos têm fibra) e a cultura gerencial de controle direto. Por isso, o agente autônomo tem adoção mais lenta e gera fricção maior que no Sudeste. A probabilidade real de um trabalhador médio nordestino (ex.: auxiliar administrativo em Maceió) estar usando agente autônomo em 2026 é inferior a 1%.

CONCLUSÃO FINAL

Entendemos que esses grandes investimentos que estão sendo consolidados no Nordeste do Brasil deverão mudar completamente a nossa modalidade de pensar, e buscar um futuro promissor, mas precisamos de mudança e transformação, a começar por nós mesmos.

Não podemos nos deixar levar por sistemas controladores, que nos vitimam e nos deixam em situação cada dia mais difícil, e devemos buscar as melhorias que essa seletividade exige, sob quaisquer que sejam as circunstâncias.

O tempo e os recursos estão cada dia menores, e precisamos adotar ações e atitudes que possam fazer a grande diferença, para manter a nossa sobrevivência.